A gente tenta conversar, mas sempre termina em briga.
Você só queria resolver. E terminou se sentindo mais longe ainda.
andré borges · psicólogo · crp 06/215883
Terminam por não saber o que fazer
com o amor que ainda está ali.
Psicólogo especialista em relacionamentos. Aqui o amor que ainda existe ganha espaço para ser compreendido. Atendimento individual ou em casal, online para o mundo e presencial em Pirassununga/SP.
E nunca tivemos tantas pessoas tão perdidas dentro dos relacionamentos.
Isso é red flag, corre.
Quem ama de verdade não faz isso.
Esse relacionamento é tóxico.
Se tem briga, não é amor saudável.
Não tem mais salvação.
Termina antes que seja tarde.
O problema não é falta de informação.
É excesso de opinião sobre algo que só você pode sentir e entender.
Escuto frases assim quase toda semana. Se é o seu caso, você não está sozinha.
A gente tenta conversar, mas sempre termina em briga.
Você só queria resolver. E terminou se sentindo mais longe ainda.
Sinto que a gente se afastou.
Não foi uma briga, não foi um momento. Foi acontecendo. E você não sabe como voltar.
Às vezes me pergunto se sou eu o problema.
Você analisa tudo, se culpa, tenta achar onde errou. E mesmo assim não chega a lugar nenhum.
A gente repete os mesmos conflitos.
Muda o assunto, a mesma briga. E uma parte de você já começa a achar que sempre vai ser assim.
Vale investir ou já passou do ponto?
Você não quer desistir. Mas também não aguenta mais ficar no meio do caminho.
Estou carregando isso sozinha.
Você segura tudo sozinha. E ninguém parece perceber o quanto isso pesa.
Quando o filho chegou, a gente parou de ser casal.
A vida encheu. E o espaço que era de vocês dois foi desaparecendo sem que ninguém percebesse.
Durmo do lado dele todo dia e me sinto completamente só.
Ele está ali. E mesmo assim falta alguma coisa que você não consegue nem nomear.
Se você se reconheceu em alguma dessas frases, talvez seja hora de conversar.
As pessoas ainda se amam, mas não sabem se comunicar, não sabem atravessar o conflito, não sabem o que fazer quando o outro se fecha, quando a rotina engole tudo, quando o distanciamento vai crescendo sem que ninguém perceba exatamente quando começou.
O amor está lá. O que falta é um espaço para entendê-lo.
Não estou aqui para dizer o que você deve fazer com o seu relacionamento.
Estou aqui para que você chegue à sua própria resposta — com clareza e sem pressa.

Entendo o casal como sistema: homem e mulher, com a mesma profundidade. Esse olhar amplia tanto o trabalho individual quanto o de casal.
Ninguém chega ao relacionamento sem bagagem. Você chega com a sua história, o que aprendeu sobre amor e sobre se relacionar, a forma como demonstra, como se comunica, os padrões que se repetem sem que você perceba. Entender isso muda o que acontece entre vocês.
Quando um muda, o outro se move — queira ou não. O que você sente, evita ou transforma em você já reescreve o que acontece entre vocês. Por isso começo sempre pelo individual.
São situações distintas e exigem caminhos distintos. Relacionamento desgastado tem caminho. Relacionamento abusivo exige saída — e isso precisa ser dito com clareza quando é o caso.
Falo com homens sem julgamento. Quando ele se sente entendido, a dinâmica entre vocês já começa a mudar.
o que costuma acontecer
A maioria das histórias que chegam até mim não termina aqui.
Relacionamentos desgastados não são relacionamentos mortos. São relacionamentos que perderam o caminho e que, com o espaço certo, conseguem se reencontrar.
Meu trabalho é fundamentado na abordagem existencial e integra elementos da EFT — Terapia Focada nas Emoções. O resultado não é uma receita pronta. É um processo de reconhecimento e mudança real.
Vocês param de ficar em loop e começam a entender o que está por trás dos conflitos — dentro de cada um e entre vocês.
O espaço terapêutico cria condições para que o que precisava ser dito finalmente seja — sem que vire mais uma briga.
Cada um entende o seu papel no ciclo sem se destruir por isso. Isso já transforma a dinâmica.
Antes de reconectar com o outro, cada um volta a compreender o que sente, quais são suas necessidades e o que tem evitado em si mesmo.
É o que acontece quando os dois se dispõem a entender a dinâmica da relação — e a fazer diferente o que sempre foi feito igual.
90%
dos casais apresentam melhoras significativas
70–75%
saem do estado de sofrimento e alcançam recuperação
A EFT — Terapia Focada nas Emoções — é uma das abordagens mais estudadas em terapia de casais. 90% dos casais que passam pelo processo apresentam melhoras significativas. 70 a 75% saem de um estado de crise e recuperam o vínculo. É a abordagem que integro ao meu trabalho. Tenho formação base em EFT e continuo me aprofundando.
Cada relação tem o seu próprio tempo.

"a minha abordagem começa pela escuta."
Não cheguei aqui pela teoria. Cheguei porque tive que aprender a me relacionar do zero, com tentativas e custos reais. Anos de terapia, de processos internos, de trabalho em mim mesmo.
Cresci sendo o cara que as pessoas procuravam para conversar. A psicologia me encontrou muito antes de eu entrar numa faculdade.
Hoje sou especialista em psicologia dos relacionamentos e psicologia financeira, e entendo essas palavras no sentido mais amplo. Relacionamento não existe isolado. O que se passa no trabalho, nas finanças, no sentido que a pessoa dá à própria vida, tudo atravessa o que duas pessoas constroem juntas.
Continuo em formação constante: especializações, supervisão, leitura, terapia pessoal. Para mim, ser psicólogo é nunca parar de estudar: cada casal que chega exige um olhar novo, e isso só se sustenta com dedicação ao aperfeiçoamento contínuo.
Minha abordagem é existencial e integra elementos da EFT - Terapia Focada nas Emoções. Crio um espaço seguro para que cada paciente integre suas emoções, entenda seus padrões e chegue à sua própria resposta, com clareza, sem pressa e sem julgamento.
Sou casado, pai, e atendo em Pirassununga/SP e online para todo o mundo.
Não existe um único jeito de começar. A gente decide juntos por onde faz mais sentido pra você.
Pra olhar pra você primeiro. O que você sente, o que se repete, o seu lado da história. E quando você começa a mudar, a relação sente isso também.
Atendo cada um de vocês separado e também os dois juntos, sempre comigo. Primeiro, cada um entende o próprio lado. Depois, o que estava preso pra sair encontra hora e lugar pra ser dito.
Você sente que algo precisa mudar, mas não sabe se o problema é você, a relação, ou os dois. Não sabe se começa sozinha ou com ele. São 50 minutos, uma vez, pra isso: entender onde você está e por onde faz sentido seguir.
Se a sua não está aqui, mande no WhatsApp. Respondo pessoalmente.
Começa por você. Nos encontramos toda semana, por 50 minutos, e nesse tempo vamos olhando com cuidado para aquilo que se repete: o jeito como você sente, reage e se relaciona, que foi se formando muito antes dessa relação. Entender isso não muda só você. Muda, aos poucos, o que acontece à sua volta também.
Pode começar sozinha, e isso está longe de ser um plano menor. Boa parte do que trava uma relação mora em cada um, antes de morar no meio dos dois. Quando você começa a entender o seu lado da história, algo já se move entre vocês, mesmo que ele nunca se sente nessa cadeira. Não são poucos os casos em que esse caminho, feito sozinha, leva tão longe quanto o de casal.
Funciona, e melhor do que a maioria imagina. É o mesmo encontro do presencial, com a mesma presença e o mesmo cuidado, só que por vídeo. Um espaço reservado, sigiloso, onde você pode baixar a guarda e falar à vontade, de onde estiver. Atendo pessoas de qualquer canto do mundo.
Não tem fórmula pronta pra isso, e talvez ninguém devesse te dar uma. É uma pergunta que a gente vai olhando junto, com calma: o que ainda te segura nessa relação, o que já se desgastou, o que você realmente quer. A sessão de clareza pode ser um bom ponto de partida pra começar a enxergar isso, sem que você precise decidir nada na hora.
Uma vez por semana, 50 minutos. Pode parecer pouco, mas é justamente essa constância que dá liga ao processo: é no encontro que se repete que as coisas começam a se assentar. Com o tempo, se a vida pedir, a gente ajusta o ritmo junto.
Mais simples do que parece. Você me chama no WhatsApp pelo botão de agendamento, me conta um pouco do que te trouxe até aqui, e a partir daí encontramos, sem pressa, um horário que caiba bem na sua rotina.
O relacionamento que você quer ainda existe.
Mas precisa de atenção antes que a distância vire permanente.
Mas precisa de atenção antes que a distância vire permanente.